terça-feira, 22 de setembro de 2009

Ensaio sobre a nossa cegueira

Nosso amigo Jack, o cão guia, está de volta para mais uma experiência conosco, “bichos racionais”. Jack é um Golden Retrivier treinado para cuidar de pessoas com deficiência visual. Ele e seu adestrador Adilson Lima, da Associação Cão Guia de Cego, estarão na próxima quinta (24), às 19h15, no auditório vip do Campus I da UBC (Avenida Francisco Rodrigues, 1.233, Mogilar) em Mogi das Cruzes. Será uma aula sobre como conviver bem com a limitação do outro.

Na palestra “Cão guia – ajudando o Brasil a enxergar” serão abordadas questões como locomoção independente e o direito –previsto na lei federal 11.126/2005- de o deficiente visual entrar e permanecer em ambiente coletivo acompanhando de cão guia, entre outros.

A iniciativa, aberta ao público, faz parte das atividades do curso de Pós-Graduação em Educação e Reabilitação de Deficientes Visuais – Uma perspectiva Inclusiva.

Na imagem, Jack conduz uma das participantes em evento de 2008.

Foto: Divulgação

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Yes, nós (também) podemos!

A pessoa passa, olha e, se gostar, leva... sem pagar nada. Simples assim. Não, não estamos em Nova Iorque, Londres ou Tóquio. O lugar onde os jornais foram colocados hoje é o Centro Cívico de Mogi das Cruzes (SP), no centro da cidade. A ação é do tablóide semanal Sete. E o pessoal se comporta direitinho na hora de pegar um exemplar.

domingo, 20 de setembro de 2009

Nas bancas


Em 31 anos de circulação, o Jornal da Cidade, sediado em Pindamonhangaba, agora aporta em Mogi das Cruzes com o desafio de disputar um público consumidor de informação acostumado à tradição de O Diário e ao avanço dos jornais Mogi News e DAT.

Lá, o JC roda diariamente. Em Mogi, ele começa semanalmente - está em seu quarto número. As vendas em banca ainda são imperceptíveis e a divulgação, segundo os jornaleiros, também. Mas ele está nas bancas...

A novidade, no meu caso, foi antes de tudo um reencontro. É a segunda vez desde 2004 que revejo o José Antônio, amigo e ex-patrão; a primeira foi em 1998, quando entrei pela primeira vez em uma redação de jornal. Foi ele a primeira pessoa a me dar a oportunidade de mostrar que era possível. Só saí depois de conseguir o emprego. Foram cinco anos de boa convivência.

Dia desses, no final de agosto, recebi uma ligação do Zé me antecipando seus planos para a chegada do JC no Alto Tietê. Embora tivesse gostado da notícia, não fiquei surpreso, justamente por conhecer seu estilo. Em 2002, o JC decidiu investir no litoral norte, oportunidade da qual participei diretamente. Deu certo. Boa sorte ao Zé.

sábado, 19 de setembro de 2009

Parado

Conheci ontem uma exposição fotográfica belíssima. Trinta e cinco imagens premiadas no 3º Concurso Avistar Itaú BBA de Fotografia “Aves Brasileiras”, que reuniu 6,5 mil inscrições no Brasil e exterior.

Especialista em deixar o prefeito Marcelo Cândido (PT) bem na foto, Wanderley Costa, de Suzano, levou menção honrosa na categoria Melhor Foto, com a obra “Parado”. Um genuíno gavião-peneira (Elanus leucurus). Olha o bicho aí... invocadão, não acha? Também, com esse nome...


Embora seja novidade –pelo menos para mim-, o resultado foi conhecido em abril pelos participantes. As fotos foram julgadas por fotógrafos e ornitólogos reconhecidos, entre eles o editor de O Eco, Marcos Sá Corrêa. Dá-lhe, Wanderley!

Cenas de horror e poesia

MARC RIBOUD

DOROTHEA LANGE

HENRY CARTIER BRESSON

SEBASTIÃO SALGADO

WILLI RONIS

PEDRO MARTINELLI

ORLANDO BRITO
WALTER FIRMO

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Troca-se pamonha por Tele Sena

Hoje vi uma oferta, digamos, bastante inusitada. Do autofalante da Kombi, o vendedor anunciava pamonha a R$ 1 cada. Três por R$ 2 ou, acreditem, uma Tele Sena usada como pagamento. Tudo bem que criatividade é fator diferencial ao comércio, mas assim já não é um pouco demais? Só de imaginar, meu estômago embrulhou...

O dia que me aproximei do crime organizado


Fui devolver uns DVDs e tomei um susto na locadora ao ver o panfleto: "O vendedor de DVD pirata é um criminoso, ele tem ligação direta com o crime organizado".

Lembrei de W. Um senhor educado, de 65 anos, pai de família, que sobrevive bravamente da venda de filmes copiados, e quem eu acabara de conhecer. Atravessa a cidade a pé, sob sol ou chuva, carregando peso. Muitas vezes não se alimenta direito, para levar o que comer para casa. Às vezes não vende. Diz que trabalha muito, diariamente. "Mas tá difícil". E foi com essa conversa que, dias antes, ele quase me convenceu a levar a promoção: dois por R$ 5. Um sete um fortíssimo, e que em nada se assemelha a um criminoso. Gente boníssima.

Voltando à locadora. Estou convicto de ter encontrado títulos de origem duvidosa dando sopa nas prateleiras. Querem apostar? Em breve, volto para tirar a dúvida. Prometo registrar tudo. Aguardem.

O 0800, aliás, é da União Brasileira de Vídeo, associação que reúne 20 das principais distribuidoras e laboratórios nacionais e internacionais.